A Arte do Crossover no WoD - Parte IV: Múmias entre Magos.


Saudações Ressurgidos de todo o Brasil e onde quer que esses caracteres cheguem. Peço desculpas pela ausência repentina, afinal esses dias Apophis teve de ser combatido por meus colegas e eu tinha minhas agendas a cumprir. Aliás, espero que vocês estejam gostando e acompanhando as últimas informações desse nosso canal de comunicação! 

Nesta série, completamente versada no universo das múmias sendo inseridas em outros grupos de criaturas sobrenaturais, vale lembrar que para se antenar nesta publicação, a leitura da primeira parte desta série se faz necessária, você pode acessa-la clicando (Aqui) ou no final da publicação onde deixarei atalhos para as publicações anteriores.

Daqui por diante, até o fim desta publicação, estarei indicando informações e importantes características para aqueles Amenti que queiram se aventurar em grupos de Magos, e aos Magos de plantão, comentem a contra-parte da sua opinião sobre essa interação entre ambos os cenários caso queira contribuir com este material. Sem mais delongas, vamos à magia!
- Asurk III, Vizir das Américas Central e Sul, Shemsu-Heru dos Khri-habi.


PARTE IV: MÚMIAS ENTRE MAGOS

Magos e feiticeiros são capazes de refazer a realidade em seus caprichos, e isso significa que eles podem ser vítimas de algumas demonstrações bastante flagrantes de ego e arrogância. Em contraste, as Múmias possuem um poder considerável, mas sabem que são diretamente responsáveis por tudo o que fazem. Os Renascidos não tem mais conhecimento interno sobre os magos do que qualquer outra criatura sobrenatural, mas a ressonância que faz os magos se destacarem dos “Adormecidos” também pode atrair a atenção dos Amenti. Isso pode ser o começo de uma aliança frutífera ou um rancor odioso, e os magos são tão individualistas que é impossível para uma múmia saber como as coisas podem dar início.

Magos e Múmias também têm a humanidade em comum. De todos os habitantes sobrenaturais do Mundo das Trevas (com exceção dos imbuídos) os magos são os mais próximos do “normal”, o que pode ser reconfortante para as Múmias. O Drama (ou trauma) do Despertar pode fornecer algum ponto em comum também, quando comparado com a Segunda Morte, especialmente se a múmia se encontrar com um membro dos Eutanatos. E a partir de uma perspectiva simplesmente prática, a Hekau das múmias tem uma semelhança com a magia das esferas, pois nenhuma dessas práticas são perfeitas no início, mas com o tempo de preparo ambas são devastadoras. Múmias e os Despertos, portanto, sabem o valor da paciência.

No entanto, um ponto de discordância entre os dois grupos, é que as múmias têm uma moralidade intrínseca à sua existência, os Magos não. Enquanto a maioria das tradições ensina algum tipo de código moral, o estado de ser um mago não assume isso. Por exemplo, os Órfãos, não têm nada além de Paradoxo para ensiná-los sobre responsabilidade, e não têm instruções para usar seus talentos para ajudar os outros de qualquer maneira. Isso pode levar a todos os tipos de interpretações interessantes, pois a múmia tenta agir dentro de Maat, enquanto um mago pode perguntar: “O que há para mim?” Esse tipo de decisão (usar as habilidades de autogratificação ou melhorar o desempenho) é central para o mago, mas para múmias não se trata de uma decisão, e sim obrigação. Afinal, os Renascidos receberam uma segunda chance na vida com a condição de que eles levantariam as bandeiras na batalha contra Apophis.

Enquanto na maioria dos casos, o grupo de seres sobrenaturais precisam de uma razão para aceitar a múmia, onde os magos estão em causa, enquanto a múmia pode precisar de justificação para ficar com a cabala. Os feiticeiros podem estar muito interessados em discutir magia e filosofia com o Renascido, mas a múmia tem uma agenda a seguir. Neste caso, a múmia pode agir como um estímulo para os magos, lembrando-lhes que ao menos  usem seu poder de forma útil. O renascido pode atuar como inspiração até mesmo como líder em um grupo rebelde, uma vez que nem as lealdades com as Tradições e nem os níveis relativos de “iluminação” serão um fator. A múmia pode também fornecer uma nova perspectiva sobre a magia. Em um mundo onde grande parte da estrutura que uma vez apoiou o Desperto se foi, o Renascido pode fornecer um propósito e uma direção.


DICAS PARA SOBREVIVER ENTRE OS DESPERTOS

Magos possuem poderes diversos e imprevisíveis, e nem mesmo uma múmia razoavelmente bem informada pode se preparar para o que os seus companheiros Despertos poderiam realizar. Como eles podem estar preparados com antecedência e podem ser usados por longos períodos de tempo, ter uma boa seleção de Efígies e Amuletos é uma escolha sábia ao confraternizar com os magos. O mesmo acontece com muitos dos rituais da Hekau Celestial. Além disso, como os magos (num todo) valorizam o conhecimento e a perícia investigativa, a Hekau Nomenclatura muito provavelmente comandaria o respeito do Desperto, pois concede conhecimento e poder sobre um assunto específico.


"O Ontem me Criou; Eis hoje; Eu crio os Amanhãs." - Asurk III.



IMPORTANTE

Esta é uma publicação com base fiel à Múmia: A Ressurreição e as informações sobre o jogo você pode encontrar clicando (Aqui).

Múmias entre Lobisomens faz parte da série "A Arte do Crossover no WoD" onde indicamos as informações mais precisas sobre como inserir uma Múmia em outros grupos de criaturas sobrenaturais. 

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