Lobisomem: O Apocalipse - Crias de Fenris W20


Em uma raça de guerreiros, os Cria de Fenris são os mais propensos a guerra. Os Fenrir, como também são conhecidos, valorizam uma morte gloriosa a uma velhice tranquila. Ostentam suas cicatrizes com orgulho, uivam a glórias de suas vitórias e deleitam-se com o medo que espalham entre os lacaios da Wyrm. Para os Crias, a compaixão é um luxo, não uma virtude – as maiores virtudes são a coragem e a força.

Os Fenrir tem suas origens na Europa, onde uma vez foram chamados de tribos Germânicas e invasores Parentes Nórdicos. No entanto, mesmo as sagas mais brutais e violentas da região empalidecem perante o conhecimento dos Crias. Seus Galliards (ou skalds) contam alegremente lendas sombrias de morte sangrenta contra chances impossíveis, da glória eterna a ser encontrada no campo de batalha. Eles têm contado histórias do Ragnarak, do Apocalipse, há milênios – e estão prontos para ele.

Só o sangue não faz um Cria de Fenris. Um filhote pode ter a melhor Raça Pura, mas se ele não fizer a si mesmo no sangrento Ritual de Passagem tribal, ele não tem qualquer utilidade para os Fenrir. Alguns filhotes sequer sobrevivem ao primeiro teste. Rigoroso como é, o Ritual de Passagem reflete a natureza cruel e fatalista da vida entre os Cria. As batalhas contra a Wyrm não será mais suave – e um Fenrir nunca corre da batalha. Cada criança do Grande Fenris, não importa o auspício dele ou dela, precisa estar pronto para morrer gloriosamente pela Mãe. Esta crença muitas vezes parece contraditória para os filhotes lupinos, que costumam ter a sobrevivência com a primeira e mais urgente demanda. Mas muitos nascidos entre os lobos recaem em Fúria porque os Crias não ficam muito atrás na sua proporção de membros hominídeos para lupinos.

Para piorar a situação, muitos Cria de Fenris abraçam atitudes muito elitistas, não apenas quanto a força e valentia, como também quanto a sexo e etnia. Esta tem sido uma fonte de conflito interno na tribo há muitos anos. Embora os Crias modernos sejam menos propensos ao racismo e sexismo extremista, os velhos preconceitos contra a fraqueza são profundos e assumem muitas formas. O que não fez qualquer favor à reputação da tribo perante o resto da Nação Garou.

Mas, embora não seja fácil para os que estão de fora ver, os Fenrir possuem virtudes admiráveis além de sua coragem. Há uma longa tradição de mulheres fazendo as mesmas coisas que os homens em muitos clãs dos Crias – elas frequentemente precisam trabalhar pesadamente para ganhar respeito, mas a luta é parte do que garante a elas o seu status. Impuros podem se sobressair tão bem quanto, se suas deformidades não atrapalharem sua força verdadeira – alguém que seja feio como o pecado e tenha problemas terríveis de fala ainda pode se recobrir de glória, se puder lutar com os padrões exigentes da tribo. Muitos Crias também se importam profundamente com seus Parentes, obviamente: seus parentes lobisomens exigem deles padrões brutalmente elevados, mas também os defendem com paixão.

Em todos os níveis, a sociedade tribal idealiza a força acima de tudo. Líderes Fenrir, ou jarls, precisam conquistar sua posição através de extenuantes testes físicos, e estar preparados para mantê-la da mesma forma. Desafios tribais são negócios para a lua cheia, começando com um vicioso desafio de corrida para determinar quem é digno de participar dos rituais da tribo. Rituais de Renome implicam em runas sangrentas entalhadas no couro do lobisomem; até mesmo os rituais místicos que lidam com espíritos envolvem o combate ritualizado entre o mestre de rituais e o espírito de vez em quando. Mesmo sua crença de vida após a morte reflete o conceito de Valhalla, um grandioso campo de batalha aguardando os herois.

E com todos os seus defeitos, os Cria de Fenris produzem muitos herois. Seu credo na força é simples, mas não simplista – ensina muitos Fenrir a dominar a sua Fúria, para servir como um exemplo de coragem para o resto da Nação, e para vencer as batalhas que os outros perdem ou abandonam. Eles são muito leais àqueles que ganham seu respeito, e seus duros padrões incentivam outros Garou a lutar mais se quiserem manter a fidelidade do Fenrir. Com o Apocalipse na mão, nenhuma tribo está mais pronta para rasgar a Wyrm ao meio, sem se importar com o custo.

Aparência: O forte sangue Fenrir se manifesta na forma de enormes lobos cinzentos com ombros largos e mandíbulas ferozes. Há muitos poucos Crias preciosos cujas peles não são marcadas por cicatrizes e tatuagens. Alguns até mesmo marcam sua pele ou esculpem runas cerimonialmente em suas carnes.

Parentes e Território: Os Cria de Fenris reivindicam suas terras mais antigas na Europa, que vão da Escandinávia até a Alemanha. Eles seguiram seus Parentes originais através de muitas terras, e adotaram novas linhagens onde a população humana local produziu filhos fortes. Eles preferem territórios rurais, particularmente onde o clima é árduo, e estão envolvidos em conflitos territoriais mais do que qualquer outra tribo. Seus maiores protetorados estão na Floresta Negra da Alemanha e nos desertos selvagens da Encandinávia.

Totem Tribal: Fenrir, o Grande Lobo, um dos mais poderosos totens de guerra. Outros espíritos aliados para os Cria incluem Aegir, Hrafn, as Nornas e Sutur, espíritos tanto belicosos quanto sábios.

Criação de Personagem: Os Fenrir naturalmente enfatizam Características de combate e sobrevivência. Eles quase nunca compram Contatos: eles querem amigos verdadeiros, não associados.

Força de Vontade Inicial: 3

Dons Iniciais: Reflexos Relâmpago, Mestre do Fogo, Garras Afiadas, Resistência a Dor, Semblante de Fenris


Estereótipos:

Fúrias Negras: Um guerreiro é definido por suas presas, garras e klaive, não pelo seu útero. Vocês querem respeito? Conquiste-o.

Roedores de Ossos: Vocês podem correr atrás de nós se estiverem com muito medo de tomar a frente. Mas se nos abandonarem, nos vamos esquarteja-los como os cães que vocês fingem ser.

Filhos de Gaia: Vocês pensam que deram esses dentes e essas garras pra que pudessem se sentar e falar sobre sonhos de paz? Lutem, seus fodedores de ovelhas!

Fianna: Seus ancestrais eram quase tão fortes quanto os nossos e vocês são quase tão fortes quanto nós. O que? Foi um elogio.

Andarilhos do Asfalto: Os velhos costumes são duros, dolorosos e implacáveis. Não me surpreende que aqueles covardes encontrem qualquer desculpa para desdenha-los.

Guarras Vermelhas: Admiro o lobo que escolhe lutar uma batalha porque sente que deve ser lutada, não porque pode ganha-la.

Senhores das Sombras: Seus esquemas contras as outras tribos são traiçoeiros, por isso eles não são nossos amigos. Seus planos contra a Wyrm são brilhantes, por isso nós não acabamos com eles.

Peregrinos Silenciosos: Me lembram os corvos, de olhar perspicaz e inteligente, mas são melhores exploradores do que guerreiros.

Presas de Prata: Fale com a voz de um verdadeiro rei e nós os seguiremos. Vocês são fracos demais para valer a pena de qualquer outra forma.

Portadores da Luz Interior: Querem dominar sua Fúria evitando a batalha? Por que não dominam o fogo comendo apenas carne crua pelo resto da vida enquanto isso?

Uktena: Nossos ancestrais encontraram coisas sombrias em suas terras enquanto estávamos em guerra. Aprisionar essas coisas foi a única forma de detê-las ou uma maneira de mante-las guardadas?

Wendigo: Vocês continuam querendo lutar conosco pelos atos de nossos ancestrais? Existem maneiras mais produtivas de cometer suicídio.

Citação:
"A dor é minha amante. A morte é minha irmã. Gaia é a minha mãe, e o Grande Fenris é meu Pai. Você não tem NADA que me faça temer! "

Confira As Tribos Já Traduzidas!

Andarilhos do Asfalto - Buniyp - Crias de Fenris 
Croatan - Fianna - Filhos de Gaia - Fúrias Negras 
 Garras Vermelhas - Peregrinos Silenciosos 
Portadores da Luz Interior - Presas de Prata 
Roedores de Ossos - Senhores das Sombras 
Uivadores Brancos - Uktena  - Wendigo

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